sexta-feira, 4 de junho de 2010

Talvez.

Posso ter te sufocado com tanto amor, talvez. Mas só estava realizando um pedido seu. Talvez você não queria pedir isso. Você nunca soube se expressar. Mas sufoco não é o que eu sinto agora. Fui dormir confusa, admito. Acordei e passei, (pela primeira vez na vida) o dia inteiro com uma tremenda dor de barriga. Senti medo (não pela dor de barriga). Medo e certeza. Certeza de que o Amor não é mais o mesmo. É aquela velha história "o fim do amor é ainda mais triste que o nosso fim". Quanta verdade em uma frase só. Quanta tristeza me bateu, quando me dei conta disso. Como se tivesse perdendo, aos poucos, um ente querido. Por que é isso que o Amor sempre foi. É como se fosse parte da familia. E a familia sempre foi essencial na construção da história, de quem quer se seja. Mas assim como eu tenho certeza de deixar a minha familia, um dia. Estou percebendo, com a mesma certeza, que mais cedo ou mais tarde vou ter que deixar o Amor. Da mesma forma que a familia, vou ter que ir. Viver a minha vida, construir a minha proxima familia, o meu proximo "amor", no caso. Ou construir uma vida sozinha, isso tbm serve pros dois casos. Mais o dia já esta acabando, ele inteiro foi chuvoso, parecia está combinando com meu humor, mal humor, talvez. Talvez não. Talvez a chuva tenha vindo pra abrandar e concretizar. Me mostrar que jaja a calmaria vem e o Sol aparece. Lindo e forte, como sempre, como a minha vida.

domingo, 23 de maio de 2010

insegurança.

Tem coisas que não passam. É incrivél, mas quando se trata de você - e mais incrivél ainda, só de você - a insegurança nunca desiste. Dá um passeio, pega uma balça, faz uma viagem... mais ela volta, sempre volta e se faz presente, sempre. E não sou eu quem a alimenta. Você dá um passe um ingresso, um passaporte e depois a chama, como quem nada, como se lhe desse saudade. Como se fosse necessário sempre encaixa-la entre nós. Eu descordo! Deveriamos viver a sós, nós, mas cada tem um opnião e nós dois sempre temos duas opniões a discutir.

terça-feira, 4 de maio de 2010

é um saco.

A vida é mesmo muito confusa. E isso é confuso. Da uma olhada ao redor e usa esse redor. Por que amanhã ele não vai existir. Aproveita o dia de hoje, os amigos, os lugares, o trabalho. Por que amanhã não vai mais ser tão legal, vai virar rotina. Aproveita a familia, o bebê, pq amanhã ele não vai mais ser um. Aproveita o namoro que amanhã, se existir, já não vai ser mais namoro. E talvez ainda caia na rotina. Esse lugar novo que você está adorando frequentar? aproveita! Pq amanhã ele tbm vai cair na rotina, e sinceramente? a rotina é um saco.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Taurinhos:

São amigos de longa data. As amizades taurinas são sólidas.
Quando falamos de touro a primeira coisa que vem a cabeça é o egoísmo. O Touro é muito egoísta. Só consegue ver as coisas sob o seu ponto de vista. E pronto! Ele está certo, sua opinião tem mais peso. E o pior é que não costumam mudar de idéia. E se ele empresta ou te dá algum, colega, é porque ele gosta muito, mas muito de você. Porque se tem uma coisa que o touro defende é o seu dinheiro.
Touro ama prazeres: Sexo, comida e dinheiro.
Um taurino sem sexo,fica amargo.
Um taurino sem dinheiro fica mau humorado.
E um taurinos em janta,quebra a casa toda.
Mas é mais que isto.
Seu dinheiro tem que significar contas pagas e algum investido. Ele adora ligar nos banklines da vida, para ver o quanto tem, o quanto rendeu,o quanto sobrou.Ama cheirar notas novinhas. Não confia muito em débitos automáticos.
O sexo do taurino não pode ser qualquer sexo. Não gosta de 'rapidinhas'. Esse papo de 'vamos ali atrás da moita' ele não gosta. Gosta do sexo lento, em uma cama boa, sem demora e ama sexo oral. E cuidado com o beijo taurino. Apaixona.
O taurino ama comida decente. Não me venha com sanduiches, Big Mac's. Ele quer arroz, carne, feijão, mistura ,salada, sobremesa, talher, suco, aperitivo, bebidinha. Não me venha com mixto quente e Tang uva.
O touro também é ciumento demais. E odeia ser ciumento, sua vontade de não ter ciume é engraçada porque transparece. E odeia perder as coisas. Então, se você for amante dele, sempre será a amante. Mesmo ele te amando mais que a oficial. Mas o legal , é que ele costuma ter a oficial e a esposa. Não galinha por aí. Tem preguiça de caçar.
O complicado é que o planeta que o rege é Vênus. Então se o taurino não for lindo, é no mínimo sexy. E se não for bonito, é rico, o que para muitas mulheres é o mesmo que bonito.
A mulher taurina é muito, mas muito feminina. Mas é firme e teimosa. Sempre trabalha muito, adora a boa vida e trabalha muito para isto, porque ama o conforto. Se tiver uma taurina morando em uma pensão com mais oito no quarto, a cama dela, no beliche vai ser a de lençol mais limpo, sua toalha será a menos encardida e seu sabonete o mais cheiroso.
A taurina, como pensa em relação sólida, escolhe bem e avalia se o moço tem futuro.
Se a taurina namorar um desempregado é porque caiu nas mãos de um sagitariano safado e bom de cama ,ou de um leonino xavequeiro que sabe falar baboseiras a luz do luar e da poluição ou de um pisciano com olhar distante e mãos espertas.Mas mesmo assim, ela sempre terá um trocado na manga. E na barra também.
Se você conhecer um taurino negativo, cuidado.
Ele vai te massacrar. E o pior,nem vai se comover. Lembra-se? Ele é um egoísta.
Quer feri -lo? Fique mais rico ou rica que ele. Viu como é dificil atingi-los?

Mayara das Chagas Bezerra - 11/05/1992 - Touro.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Libélulas.

As libélulas, com cinco espécies ameaçadas e uma provavelmente extinta. Existem no Brasil mais de 1.200 das 5.000 espécies de libélula que povoam o mundo inteiro. Apesar das várias denominações vulgares, como lavadeira, cavalinho do diabo, pito, e canzil, seu nome mais comum, libélula, pode ter-se originado dos termos latinos, libellulus, o diminutivo de livro (liber), devido à semelhança de suas asas com um livro aberto, ou libella, que significa balança, e aí o movimento de suas asas, que oscilam levemente durante o vôo, daria respaldo a esta interpretação. Graças ao fantástico aparelhamento biológico que possui, uma libélula consegue planar, o que é impossível para a maioria dos insetos alados. Enquanto uma abelha vibra suas asas 4 vezes por segundo e muitos mosquitos imprimem até 8 batidas, a libélula bate suas asas 50 vezes por segundo. De acordo com a espécies, o tempo de vôo pode variar de dias, como ocorre com as espécies migratórias que possuem asas mais largas e conseguem planar nas correntes aéreas, a alguns minutos por dia. Em média, elas se mantêm voando por 5 a 6 horas diariamente. O absoluto controle de vôo da "demoiselle" (senhorita, como a libélula é chamada pelos franceses), inspirou o brasileiro Alberto Santos-Dumont na criação de seu modelo mais bem sucedido: o Demoiselle. Irrequieta, voando incessantemente, planando, dando rasantes, subindo ou pousando como um helicóptero, a libélula parece ter sempre muita pressa. E motivos não faltam para isso. Toda libélula está sempre vivendo o ponto culminante de sua vida e não tem tempo a perder. 2 meses corresponde, em algumas espécies, a menos de 10% de seu tempo total de vida. Será preciso entender rapidamente as regras do jogo no novo ambiente, aprendendo a evitar seus predadores e caçando suas presas. Aparelhada com o maior olho proporcional do reino animal, a libélula usa seu sofisticado aparelho visual como um radar. Posicionando-se sempre contra a luz solar, é capaz de detectar movimentos imperceptíveis aos nossos olhos. Em centésimos de segundo, ela identifica se é uma presa, um predador, um rival ou uma possível parceira. Aos inimigos, a lei-do-mais-forte. Aos machos rivais, um violento ataque servirá para marcar presença no território. Caso seja uma fêmea, será o início de um complicado malabarismo, essencial para a preservação da espécie. A cor definitiva do corpo e da asa das libélulas demora alguns dias para se fixar, seguindo diversos matizes de azul, amarelo e vermelho. Em algumas espécies a coloração predomina nas asas, enquanto outras possuem o abdômen colorido e asas transparentes. As cores chamativas e dois pares de asas que não se dobram as tornam incapazes de esconder-se na vegetação, representando uma desvantagem competitiva. Os olhos com visão panorâmica e a habilidade de voar verticalmente, contrabalançam esta equação evolutiva, que tem sido favorável às libélulas.

Caçador e caça

Predadora voraz em seu ambiente, a libélula é capaz de comer 14% de seu peso se alimentando apenas de outros insetos voadores __ abelhas, moscas, besouros, vespas, outras libélulas menores, pernilongos e até o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue __ em um único dia de sua curta existência fora da água. Vivendo apenas de um a dois meses com suas asas, depois de ter passado até cinco anos no ambiente aquático, ela tem pouco tempo para encontrar parceiros e procriar, antes que um predador a encontre primeiro. Recentes pesquisas demonstraram que um pequeno besouro realiza por dia cerca de 150 vôos, conseguindo um índice de sucesso nas caçadas de 43% e comendo 11% do seu peso. Já a libélula, mesmo com pouco tempo de "brevê", realiza duas vezes mais vôos e tem sucesso em 51% de suas investidas.

Se tem libélula, a água está limpa

Quem tiver dúvidas quanto à qualidade da água de um rio ou lago pode fazer o "teste da libélula", que consiste na simples observação se há libélulas na área. Todo rio ou lago com águas limpas tem libélula. No entanto, a menor alteração físico-química da água ou do ar já será suficiente para expulsá-las, além de impedir que dos ovos saiam novas larvas.

Duas metades de um só coração

O tempo de procriação pode variar de alguns minutos em pleno vôo até várias horas de um acasalamento pousado. O que não muda é a posição insólita em forma de coração, formado pelo corpo retorcido do macho e da fêmea. Quando o macho está na presença da fêmea, ele precisa encostar seu pênis, localizado no segundo segmento de seu abdômen, no nono (e penúltimo) segmento, onde são produzidos os espermatozóides. Depois de transportar seu próprio esperma até o pênis, o macho segura a fêmea pela cabeça com uma pinça localizada na extremidade de seu corpo. A fêmea, então, faz também um contorcionismo para que seu orgão genital, localizado no penúltimo segmento, encontre o pênis do macho, formando o coração. Depois da fecundação, os ovos são liberados dentro da água ou em alguma planta submersa.

A larva se tranforma em avião.
Suas asas, úmidas, precisarão de duas a três horas para se solidificarem em contato com o ar, quando a libélula estará, então, aparelhada e pronta para decolar.


* Marcelo Szpilman é Biólogo Marinho, Diretor do Instituto Ecológico Aqualung, Editor do Informativo do Instituto e autor dos livros Guia Aqualung de Peixes e Seres Marinhos Perigosos.

terça-feira, 16 de março de 2010

Realidade.

Aprendi a lidar, a brincar e a sorrir depois de longos minutos, dias quem sabe, para o tempo. Do inicio desse tempo só nuvens, mas depois eu vi um céu azul, imenso, infinito! Descobri na prática o que a muito já sabia na minha humilde teoria... Eu faço o meu mundo e de tabela, meu tempo. Incrivelmente ele me transforma e quanto mais o tenho, mas transformação há, e eu fiquei incrivelmente feliz com isso. É uma questão de querer aprender, ou melhor, de esperar aprender. Veja só, estou falando do tempo de novo.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Visitas diárias *---*

Sempre sonhei em ter alguém que sempre pensasse em mim, em poder pensar em alguém e ter a certeza que naquele momento esse alguém está pensamento em mim tbm. Alguém que mandasse msg antes mesmo que eu pensasse em mandar. Sonhei com alguém simples, mas de tão simples, que se tornasse especial. Sonhei com alguém inteligente, mas que não fosse chato, para que pudessemos conversar besteiras e as lembrasse antes de dormir. Sonhei com alguém que me escutasse que me desse colo, enxugasse minhas lágrimas, mais que isso, que não tivesse intenção nhm de deixa-lás cair. Alguém em quem pensar, que me desse saudade só em pensar de viajar. Sonhei com alguém sincero, não não! Inocente eu diria. Sonhei com alguém que errasse, assim como eu, mas que entendesse, superasse e concertasse as mancadas. Sonhei com alguém pra ter uma história cmg, que fizesse a minha e que me deixasse desenhar traços no seu caminho. Que não tivesse vergonha de nada, que achasse graça das minhas piadas. Sonhei com alguém que me chamasse de minha, que sonhasse comigo tbm. Sonhei com alguém teimoso, persistente que quando não conseguir, tente de novo. Sonhei tanto que agora acordei e descobri que sonhos viram realidade.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

:x

Me deixa dizer, explicar a você o quanto de ti a em mim. Preciso mostrar que nada é como parece, que dentro de mim a alguém que te quer tanto bem e que anda pensando e fazendo planos de você. Dentro do alguém que sou, existe um alguém que sonha num futuro com você sem que o alguém que sou tenha percebido até agora. Esse alguém precisa de você, mas eu já disse isso. Esse alguém admira você, mas eu também já disse isso. Admira o seu jeito de olhar, de falar, de abraçar, de cantar *-* e como admira! Esse alguém aqui de dentro do meu alguém, vive um pouco do seu alguém também.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Amor, com 'A', maiúsculo.

O meu amor sentiu pena, sentiu, eu sei. Ele viu que durante todo esse tempo eu dei o melhor. Tentei ser certa e fazer o certo. Viu que por ele eu enfrentei céus e terras, 'Deus e o mundo', por esse sentimento. Ele é testemunha do quanto quis que crescesse, fosse feliz e desse bons frutos. Mas ele estava sempre distante. As mãos que se encontrava o levava cada vez mais pra longe e durante todo esse tempo, pouco a pouco, o vi mais distante. As mãos que estava, estavam cada vez mais seguras e tinham outros planos, por isso o amor ficou longe. Desde então, de tal distância, passei a vê-lo cada vez menor. Resolvi dar um tempo, esquece-lo. Inútil. Resolvi então resgatá-lo. A saudade de vê-lo grande, como era, estava presente. Saudade de vê-lo, senti-lo em mim. Assim, vi que por mais que chegasse perto, não fazia sentido, por mais que diminuísse a distancia o tamanho era o mesmo! A distancia, os quilômetros que estávamos, não era o motivo de vê-lo tão minúsculo. Não mais. Só agora, de perto novamente, percebi que o amor não está mais naquelas mãos de antes. Tinha sido colocado sobre uma mesa no cantinho do quarto da bagunça. Aquelas mãos, depois de um tempo voltaram a procura-lo mas, de tão pequeno, se tornou impossível acha-lo entre tanta bagunça, onde foi forçado a se misturar. O amor tão lindo, perfeito e bem cuidado, como sempre foi, no meio de tanta desarrumação e tanta sujeira, naquele canto. O amor se viu pequeno, e pior, eu o vi tão pequeno diante do que foi. Não faz mais sentido, tanta alegria, tanto carinho, respeito, tanta compreensão e tanto aconchego para um amor tão frágil, que, talvez, nem suportaria tanto. Tudo o que foi, continua da mesma forma. Eu e todas essas atitudes mas o amor não. O amor pulou da mesa tentando ir ao meu encontro mas, de tão pequeno, frágil, mal alimentado e mal cuidado, por aquelas mãos que um dia lhe dei, espatifou-se e morreu de uma queda tão boba que comparada a antes só teria sido um belo salto. O meu enorme, forte e lindo amor, se foi. Só restou um minúsculo fraco e agora morto amor. Faça dele o que quiser, não sei se acredito em ressurreição.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

de quem tem medo, o medo passa com o vento;

Ainda estavam suados, ofegantes, como sempre na mesma situação. Deitados um do lado do outro, talvez por cima, um tanto quanto. Se olhavam, em silêncio. No olhar, a quietude dos amantes, sempre a espera de um vestígio de barulho, aquela que diz tantas coisas, tantas coisas, sem ser preciso dizer nada. As bocas entreabertas, tão próximas, suplicantes por mais beijos, soltavam a respiração alta, entrecortada, impossível não se ouvir. Ela, tão frágil, desnuda. Sem a maquiagem e as roupas. Sem ter algo com o que se esconder diante daquela figura imponente, forte, que a queria tanto, independente de nada e nem ninguém, naquele momento eu só o que queria, a queria. Ah, sim, ela era mulher, sentia-se assim: mulher. Os cabelos lisos descendo pelos seios belos, simetricamente perfeitos, dos bicos minúsculos e rosados. Era tão cheia de detalhes. Detalhes esses tão conhecidos por quem está ao seu lado. Pois que era mesmo. Aquele corpo ofegante perto do seu era velho conhecido. Os dois amantes já não encontravam mais tantas surpresas ao se amarem, uma vez que tudo o que havia de novo foi desvendado. Ela, que tbm conhecia cada detalhe do corpo, podia citar de olhos fechados todas as marcas adquiridas de um tempo pra cá, cada mínima parte era sua, pertencia-lhe. E mesmo assim, desejava-o tanto, na sua ânsia, que precisava possuir. Queria tanto aquele corpo, meu Deus! E de tanto querer, envergonhou-se. O rubor ligeiro passou-lhe pela face, suada, o coração palpitante acelerou-se e os poros permitiam que o suor saísse mais depressa. “ que vergonha”, pensava. Vergonha de desejar tanto algo que já era seu por tanto tempo. Vergonha, no final, de ter mostrado toda a sua imperfeição, toda a sua parte humana. E então, num gesto impulsivo, daqueles que a gente só percebe depois que já fez, colocou o rosto entre suas mãos, apertando como se aperta um passarinho que não se quer deixar escapar. E beijou-lhe a boca úmida, com um fulgor que já não lhe pertencia mais, e sim à mulher que despertara dentro dela. A alegria, por ter sido tão completamente apaixonada por quem se beijava. E também, no fundo sabia, vergonha por estar ali, como se fosse um erro imperdoável e ela fosse a culpada por ter deixado acontecer. Intenso, apenas afagou-lhe os cabelos e, olhando os olhos cúmplices da mulher, disse: - eu te amo. E sem querer ouviu de volta que também era amada e mais "Você é a criatura mais perfeita que já me apareceu na vida." E ela, cheia das imperfeições, cheia do pecado de desejar tanto e de deixar o tempo passar, tornara-se, aos olhos de quem a acompanhava, perfeita.